Imigração USA: Batalha ganha. Guerra perdida

 

Mesmo que chegue a UM MILHÃO de imigrantes deportados, Donald Trump poderá ganhar batalhas. Mas, não a guerra da imigração. Logo após Cristóvão Colombo: ingleses, irlandeses, holandeses, franceses, suecos, foram chegando para ficar. Eles criaram as 13 colônias e partiram para a guerra da independência. Nasceu The United States of América.

Após a guerra civil, as ferrovias unificaram a grande nação. E com o carvão mineral, o aço, o petróleo, a lâmpada elétrica, o carro, a industrialização foi galopante. Europeus dominados por Reis e Rainhas, enfrentaram os mares pelo sonho dourado: América.

A França doou a Estátua da Liberdade. E, eles foram chegando aos montes. Praticamente, todos os oriundi do sul da Itália chegaram ao porto de New York. Judeus sem Pátria, vieram da Rússia, da Ucrânia, da Polônia, da Prússia, Hungria, …

Bastava chegar, era aceito. Os filhos dos primeiros imigrantes, já eram advogados, médicos, professores, músicos, jornalistas, escritores, políticos, artistas da Broadway e do Cinema.

Sem os Estados Unidos, a Primeira guerra mundial teria prolongado a carnificina com armas químicas. Uma nova leva de imigrantes europeus, chegou aos Estados Unidos. A revolução bolchevique, expeliu russos. Milhares chegaram aos Estados Unidos.

Sem os Estados Unidos, Hitler ganharia fôlego. Alemanha, Itália, Japão, foram derrotados. Com a Europa em chamas e boa parte destruída, o sonho de reabilitação estava nos Estados Unidos.

A guerra fria. O imigrante do bloco socialista. A esquerda latina.

Bastava ser do Leste europeu, fugindo do comunismo, para ser aceito com visto de residente, e com a nacionalidade, e com trabalho garantido.

Mas, eis que Nikita Kruschev, usando Fidel Castro para mostrar força e prestigio da URSS, “inventa” a crise dos mísseis. Kennedy caiu no blefe. Sabe-se, agora, que não havia ogivas nucleares nos mísseis.

Kennedy vacilante, deixou cubanos despreparados. Mas, emocionalmente excitados com a retomada da ilha, fazer a invasão. Fidel Castro já sabia, e os esperava. Vexame e fracasso sobraram para Kennedy.

Che Guevara ameaçava fazer da América do Sul um “novo Viet Nam”. Com a sua captura e morte, o mito se espalha pelas universidades. Todas, pela cartilha soviética contra o “imperialismo yankee”.

O esquerdismo. A maconha. A cocaína. E mais drogas sintéticas

Os anos 60/70 criaram gerações de americanos dependentes da maconha. E da heroína, produzida na Àsia. E chegou a cocaína entrando em Wall Street, no Congresso, na Mídia, no Cinema. E, Presidentes na onda do populismo, deixaram o barco correr.

O tigre de papel

Não se deram conta que estavam sendo invadidos. Corroídos por dentro. O líder chinês Mao-Tse-Tung, disse: “os Estados Unidos: é um tigre de papel. Ainda não podemos enfrenta-los. Vamos come-los, pelas bordas”.

Cada presidente, querendo entrar na história como um líder bondoso, anistiava 5, 8, milhões de imigrantes ilegais.

Quantos imigrantes ilegais?

Ninguém sabe. O Serviço de Imigração e Naturalização é dominado por funcionários da segunda e terceira geração de imigrantes. O sangue fala mais alto.

Quando a onda de balseros fugindo de Cuba cresceu muito, Fidel Castro passou a “exportar” gusanos, doentes, criminosos, agentes. Milhares desembarcaram na Flórida. (Para chegar a Flórida, cubanos enfrentam o mar num caminhão flutuante).

Hugo Chávez elegendo presidentes latinos com petrodólares, iniciou as caravanas ideológicas de imigrantes. Milhares entrando pela Guatemala e pelo México. Com todo tipo de artimanha. Criancinhas na frente, idosos no meio. E Agentes de Ortega, Maduro, Obrero, das FARC, Morales…e o pessoal do narcotráfico.

Há uma “indústria” trabalhando pelos imigrantes: padres, pastores, advogados, ONGS, jornalistas, artistas, jornais, revistas, políticos, coiotes…O ilegal, só não permanece nos EE.UU se não souber mexer os pauzinhos.

Donald Trump não vem da política tradicional, da politicagem. Vem do empreendedorismo de sucesso. Fará mudanças essenciais nos Estados Unidos e no mundo. Está fazendo o que todo presidente sério, de seu país, deve fazer. O marketing dele é bom. Levantou o assunto que nenhum Presidente encarou como um grande problema para o país.

Mas, não acabará com a ilegalidade na imigração, que obedece plano de política suja. A de “penetrar” e corroer os Estados Unidos, por dentro. A rede de cobertura para a entrada ilegal é grande e lucrativa.

De fria, a guerra passou a ser suja.

A corrupção na África, endêmica, tribal. Os conflitos religiosos, territoriais. Desesperança na América Central e do Sul, faz milhares de imigrantes sair de buracos, favelas, com um único objetivo: ganhar dinheiro. E os EE.UU que se phodam.

Se dão bem nos Estados Unidos, e se voltam contra quem lhes deu abrigo, comida, escolas, hospitais. Há brasileiras/os da geração esquerdismo+corrupção vivendo nos States e detonando o país pelas redes sociais. E o pior, apoiando os inimigos dos Estados Unidos.

Há células terroristas. Espiões nas universidades. Nas indústrias. Roubando tecnologia, conhecimento, para seus países competirem com os Estados Unidos, o maior produtor de patentes do mundo. (São aceitos nas melhores universidades. Voltam para seus países com tecnologia, conhecimento, made in the USA, para uso contra os Estados Unidos).

E norte-americanos conquistados pela milonga das portas abertas, serão entraves aos esforços de Donald Trump. Mas, vale e muito, levantar a bandeira e ganhar batalhas. Mas, a guerra será difícil, pois, deixaram corroer a América por dentro.

Jota Alves: Em Moscou, ao concluir a Faculdade de Direito Internacional, foi convidado para o voo inaugural Moscou/New York. Criou na Rua 46, o Brazilian Promotion Center. Hasteou a primeira bandeira do Brasil no centro de New York. Fundou o jornal The Brasilians. Criou o curso de Português Rapidinho para turistas da American Express. Organizou por quinze anos consecutivos o Carnaval do Brasil no mundialmente famoso Waldorf Astoria Hotel. Criou o Brazilian Day. Na Rua 46, nasceu The Little Brazil Street. Em Mato Grosso, seu estado natal, exerceu funções de Secretário Extraordinário de Governo, criando eventos que divulgaram MT no exterior, hoje o maior produtor de soja do Brasil. Edita o blog Dia do Brasil. Tem páginas no Facebook.